Matilda Macarini estreia-se com A Palavra é o Vinho dos Insones. Mulheres que não sangram são como pedras: duras, estéreis. Mulheres que não ardem jamais tocam o nervo da poesia e não sabem a urgência do dizer. O ato de nomear, seja no poema ou no grito nasce sempre de uma ferida de uma inquietação, uma sede insubmissa que cresce sob a língua. Nomear é cuspir sangue. Nomear é um ato de confronto.
Ano da Edição: 2026
Número de Páginas: 104
ISBN: 978-989-35718-7-3
Dimensões: 14×21 cm
Matilda Macarini estreia-se com A Palavra é o Vinho dos Insones. Mulheres que não sangram são como pedras: duras, estéreis. Mulheres que não ardem jamais tocam o nervo da poesia e não sabem a urgência do dizer. O ato de nomear, seja no poema ou no grito nasce sempre de uma ferida de uma inquietação, uma sede insubmissa que cresce sob a língua. Nomear é cuspir sangue. Nomear é um ato de confronto.
Ano da Edição: 2026
Número de Páginas: 104
ISBN: 978-989-35718-7-3
Dimensões: 14×21 cm